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Instituição

História do Centro Social Padres Redentoristas

 

Na história da civilização ocidental é bem conhecido o papel destacado que as Instituições Religiosas foram desempenhando, ao longo de muitos séculos, nos capítulos da educação, do ensino e do desenvolvimento cultural das comunidades onde se inserem. Assim foram contribuindo, com reconhecida eficácia, para a elevação espiritual de boa parte do tecido social, tanto da nossa como de muitas outras nações, onde o cristianismo se fez opção religiosa predominante.

A conturbada época em que vivemos, neste início de um terceiro milénio, parece ser de grande exigência e solicitação espiritual, obrigando a uma boa dose de reflexão, sobretudo no âmbito deste sensível capítulo da educação dos mais jovens. Torna-se imperioso congregar esforços no sentido de os encaminhar para a Luz, a Esperança e a Vida, no sentido profético das palavras do próprio Jesus Cristo.

Nesta cidade albicastrense existe, desde o dia 15 de janeiro de 1979, uma prestigiada instituição – o Centro Social Padres Redentoristas -, criada para responder aos apelos dos pais que, tendo filhos em idade escolar, careciam de um local adequado às funções de ocupação dos seus tempos livres, após o horário escolar. Neste aspeto, foi a instituição pioneira na valência de Tempos Livres, começando em instalações muito modestas, cedidas pela Comunidade dos Padres Redentoristas, com 72 alunos e 4 empregadas, orientadas pela Irmã Ester Guerra Freitas, da Congregação do Imaculado Coração de Maria.

Mediante um grande e elogiado acolhimento por parte dos pais envolvidos, as solicitações de novas adesões não paravam de crescer, pelo que cedo se tornaria evidente a necessidade de um mais amplo espaço destinado às instalações e serviços do Centro Social em causa. Após os incansáveis esforços de angariação de fundos – encabeçados pelo dinâmico Pe. José Sanches Pires, Superior da Comunidade dos Padres Redentoristas em Castelo Branco – seria dado início, no Verão de 1980, às obras de um novo imóvel, a instalar no terraço do salão paroquial. Incluindo três amplas salas, escritórios e casas de banho, ali passaria a funcionar a valência da Atividade dos Tempos Livres, contando já com 150 crianças, três professoras e mais cinco elementos do pessoal auxiliar. Um facto a remarcar é o de que as mensalidades pagas pelos pais das crianças eram destinadas exclusivamente à atribuição de vencimentos ao pessoal envolvido no projeto em causa, suportando a Comunidade dos Padres Redentoristas todas as despesas remanescentes (água, luz, limpeza, etc.).

Com o passar dos anos, os laços de amizade entre os pais, a comunidade e o Centro Social dos Padres Redentoristas iam-se aprofundando e estreitando, constituindo-se uma autêntica e vasta Família. A fama granjeada chegou aos organismos estatais, estabelecendo-se em 1982 um acordo com o IFAS, através de uma proposta da sua então diretora, D. Maria de Lurdes Pombo. Para a instituição poder beneficiar de auxílio estatal era porém necessário proceder à sua legalização estatutária. Mediante o auxílio jurídico prestado pelo amigo e benfeitor Dr. José Gabriel Jerónimo, foi possível elaborar e fazer aprovar os respetivos estatutos, publicados em Diário da República (n.º 238 – III Série de 16/10/1981). A partir desta data o Centro Social – até aí uma iniciativa meramente particular – adquiriu o estatuto de Instituição Particular de Solidariedade Social e de Utilidade Pública (conforme o previsto em Diário da República, n.º 204 – III Série de 04/09/1980). O registo do centro no livro das Fundações teve lugar no dia 21/01/1982, a fls. 58 verso e 59 sob o número 1/82.

Graças ao subsídio que passou a ser recebido mensalmente, foi possível a partir de então fornecer alimentação – almoço e lanche – às crianças do Centro, assim como o pagamento do ordenado correspondente à categoria de cada trabalhador, segundo o previsto pelo regime geral da função pública.

Como não paravam de chover os novos pedidos de ingresso, a Direção acordou fazer um novo aumento das instalações, o que viria a ter execução em 1983, ano em que se construíram mais quatro salas, uma cozinha e um refeitório, entrando em funcionamento duas valências: Jardim de Infância e Atividades dos Tempos Livres, com a frequência de 220 crianças. As necessidades de expansão, porém, não se esgotavam por aí, tendo sido adquirido, no final desse mesmo ano, um ginásio pertencente à família Frade Correia, imóvel que era confinante com as instalações do Centro. Em setembro do ano seguinte seria assim inaugurado, por seu turno (e mediante a execução de um projeto de remodelação desse edifício, trabalho generosamente ofertado pelo Eng. José António Afonso Calmeiro), um novo espaço com mais quatro novas, amplas e airosas salas. Desta forma o Jardim de Infância – com 100 crianças – ocuparia as instalações sitas no quintal da Comunidade, ao passo que a Atividade dos Tempos Livres – com 200 crianças – passaria a ser desempenhada nas novas instalações. Nessa altura, o número de trabalhadores era já de uma vintena de elementos, correspondendo a 4 Educadores de Infância, 4 Professores Primários e 12 funcionários auxiliares dos diversos serviços.

Considerada superiormente como uma Instituição modelar, quer pelo seu empenhamento e importantes serviços prestados, quer pelo elevado grau de seriedade colocado na sua gestão financeira, este Centro Social Padres Redentoristas de Castelo Branco era também, a maior das Instituições congéneres a nível distrital. Não admira, desta forma, que novos apelos surgissem entretanto, recaindo desta vez a decisão de construção de um novo infantário na carenciada área urbana do Bairro do Montalvão, a instâncias do Centro Regional da Segurança Social de Castelo Branco que, através de uma verba subsidiada pelo PIDDAC, patrocinaria a obra a edificar. O terreno para a sua instalação foi cedido pela Câmara Municipal, em virtude dos bons serviços do seu Vice Presidente, Eng. Rui Rodrigues Rapoula, tendo o projeto arquitetónico sido de novo oferecido pelo sobredito Eng. J. Calmeiro. O novo infantário, que foi batizado com o sugestivo nome de “O Raposinho”, foi inaugurado em setembro de 1992. Trata-se de uma estrutura modelar, constando de oito salas amplas e airosas, cozinha, refeitório, sala polivalente e de convívio, escritórios, casas de banho e lavandaria.

Face ao seu meritório desempenho, em 5 de março de 1993 o Centro Social foi agraciado com a Medalha de Ouro da Cidade de Castelo Branco, pelos relevantes serviços prestados à comunidade.

Perante toda esta expansão, poder-se-ia julgar que eram já horas de parar com novas iniciativas, ficando-se pela simples gestão do grande complexo que era este Centro Social Padres Redentoristas de Castelo Branco. Assim não o entendeu o seu Presidente, Pe. José Sanches Pires que, metendo mãos à obra, obteve junto da Direção Geral do Ensino Básico a necessária autorização para fazer entrar em funcionamento, em regime de paralelismo pedagógico, uma nova Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico, no ano de 1995, envolvendo então 64 crianças, instaladas no edifício que havia sido adquirido à família Frade Correia.

No verão de 1996 surgiu a ideia de contactar a comunidade das Irmãs Dominicanas de Castelo Branco, que tinha à venda o seu grandioso Colégio de Nossa Senhora do Rosário. Decorrido que foi um prolongado processo de negociações, e após obtido o aval do Superior Geral da Congregação Redentorista, Pe. Juan Lasso de la Vega, foi finalmente possível adquirir o imóvel em apreço, por acordo celebrado em dezembro de 1996 (mais tarde vertido a escritura pública, em 15 de julho de 1997). Durante a segunda metade deste último ano, desenvolver-se-iam no edifício importantes obras de adaptação e remodelação, passando aí a funcionar diversas valências, acusando uma frequência total de 367 crianças (Jardim de Infância, A.T.L., 1.º Ciclo do E.B. e Centro de Explicações para jovens do 5.º ao 12.º anos de escolaridade). Funcionam ainda no Colégio as classes desportivas de Judo e Educação Física.

Em 1997, o Centro Social Padres Redentoristas constava de três dependências, englobando um total de 567 crianças e 43 elementos do pessoal operativo.

Mas a expansão da obra continuaria imparável, já que em 2003 era criado um novo equipamento, consubstanciado na inauguração de uma piscina climatizada, ocorrida a 22 de novembro desse ano. Impulsionada por esta instituição, esta importante infra-estrutura foi subsidiada maioritariamente pelo Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente, tendo ainda o contributo da Câmara Municipal – na pessoa do seu Presidente, Joaquim Morão Lopes Dias, a quem se ficaria a dever um grande impulso à ambicionada obra. Para além de servir os alunos do Centro Social, este equipamento possui ainda um horário de funcionamento extralaboral destinado ao público em geral.

Na atualidade, o Centro Social Padres Redentoristas de Castelo Branco proporciona um alargado leque de valorizações educacionais e de ocupação de tempos livres a um conjunto de 702 crianças, tais como o Ensino do Inglês, o Ensino da Música, a Atividade Física e Desportiva, o Judo, a Informática e a Natação.

Desde o ano de 2007 está em funcionamento uma Escola de Música que ensina, além da formação musical, vários instrumentos.

Atualmente o número de Colaboradores efectivos é de 83 pessoas e mais 19 a tempo parcial.

Pelo seu historial de 30 anos esta grande Instituição apresenta-se como um exemplo da Semente que frutificou em abundância e excelência, merecendo por certo a nossa estima e admiração.